Mostrando postagens com marcador como me vejo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador como me vejo. Mostrar todas as postagens

11 de mar. de 2013

goods

"Don't expect to hear from me 'cause I have got to feed our hungry mouths,
I do enjoy your company but we must work to keep you content.

I see the better and the worse in me,
I embrace the kind of subtlety,
Courage finally caught up with me:
A modelling image of the fleeing fugitive."






iamamiwhoami; goods

17 de jul. de 2011

Talento nato

Para chegar no fundo do poço com pouco.

25 de jun. de 2011

Eu - parte 2

Facilmente deprimida, dificilmente satisfeita.

7 de set. de 2010

Mais verdades sobre a Carol

O convívio com ela é difícil. Só quem convive que sabe.

Verdades sobre a Carol

Não pode deixar ela em casa que ela fica depressiva. Por qualquer coisa.

30 de mai. de 2010

Crescer...

Não é de todo ruim. A gente só percebe que perfeição não existe. E pede tempo na amizade pra pessoas idiotas. E passa a ter mais segurança pra mandar todo mundo tomar no cu sem medo da reação que as pessoas possam vir a ter.

16 de jan. de 2010

Eu

As pessoas me personificam como sendo alguém maluca, que sempre dá risada e nunca tem problemas. A verdade é que eu tô cheia deles e que sou a pessoa mais difícil desse mundo pra se conviver. Tomo remédios. Não muito, mas tomo. Só isso já me torna anormal. Talvez nem tanto já que hoje todo mundo toma antidepressivo. E projeto nos outros coisas que eles não podem ser, daí descubro o que não quero e fico chorando, me debulhando como se fosse o fim de tudo.

23 de jan. de 2007

A roda da vida minha

A vida é mesmo uma coisa meio doida, né? Porque uma hora ela parece estar uma porcaria e na outra parece que tudo vale a pena, incluindo esforços em vão. Pelo menos comigo é assim, vivo de altos e baixos num processo ininterrupto, quase cíclico, um tipo de roda das emoções sem fim. Num mesmo dia eu consigo mudar de humor como quem troca de roupa. Assim, bem rápido. E nesses dias basta só um pouco pra me deixar muito irritada. Mas de uma certa maneira essa é a fase pela qual tenho que passar por alguma razão. Daqui há alguns meses tudo vai parecer tão bom que eu nem vou lembrar das horas que passei pensando no tédio que anda a minha vida. Vou passar uns dois anos bem e depois mais uns dois anos mal. É o ciclo da minha vida, e esse acho que nem eu mesma consigo mudar.

14 de dez. de 2006

Me sinto uma psicóloga

Dos meus amigos. Sempre dou os melhores conselhos, mas quando o assunto é eu mesma colocá-los em prática, é até ridículo. Acho que sou o melhor exemplo do 'faça o que eu digo mas não faça o que faço.'

20 de out. de 2006

Dois patinhos na lagoa

É estranho estar chegando aos 22. Estranho porque quando eu tinha 15, ficava imaginando como seria estar na casa dos vinte: que aparência eu teria? Como seria a vida, estaria terminando a faculdade? Estaria trabalhando com o que gosto? Teria eu arranjado o grande amor da minha vida? Será que eu teria os mesmos gostos? E os amigos, continuariam os mesmos?

Eu não arranjei o grande amor da minha vida. Meus gostos não mudaram muito, passei a ouvir mais coisas diferentes. Os anos 60, por exemplo, passaram a ter uma grande importância pra mim, mas o Oasis ainda figura entre as bandas favoritas. Já os amigos, esses mudaram bastante. Eu ainda encontro com o ex-colegas de colegial mas é de vez em nunca. Conheci um monte de pessoas novas, algumas ainda mantenho contato. Quanto à aparência, é melhor nem entrar em detalhes. Cabelo resume.

E é assim, 22 anos nas costas e mais responsabilidade e contas pra pagar. Só o meu sonho juvenil de montar uma banda que ainda não se concretizou. Por detalhes insignificantes, should I say, mas eu ainda monto minha banda de rock new wave, com polainas coloridas, pessoas loucas e engraçadas, milhares de fãs e inúmeros hits. Eu canto bem, juro. 

Ah, e voltando, feliz aniversário pra mim, porra, porque eu mereço.

Música: Mickey, da Tony Basil
Por que? Porque é uma música foda pra ouvir e pular muito. Viva os anos 80!

27 de mai. de 2005

Tempo passando rápido

"Life is new and there's things to be done
you cant' wait to be grown up
acceptance into the capital world
you pull on some weed, then you pull on someone when you're young

But you find out life isn't like that
it's so hard to comprehend
why you set up your dream to have them smashed in the end."
The Jam - When You're Young

A vida era tão mais simples quando eu tinha só 13 anos. E eu lembro que pensava que tinha um tempo muito grande dividindo a minha adolescência da maioridade, então me dava o direito de sonhar além da conta. Porque naquela época eu achava que como faltava muito para eu fazer parte da perfeita sociedade responsável, talvez eu conseguisse transformá-los em algo concreto.

Então o George Harrison morreu e eu percebi que nunca iria poder tocar Old Brown Shoe com ele.
O tempo passou, já tenho quase 21 e vejo todos os sonhos daquela época se desfazendo em forma de muitas frustrações. Porque já não tem mais graça sonhar como a anos atrás, não tenho mais aquela inocência, não tenho mais aquela rebeldia sem motivo, não sou mais aquela garota que pensava que o mundo podia ser mudado com um simples estalar de dedos.

E mesmo frustrada eu continuo sonhando; acho que no fundo aquela menina de 13 anos que vive dentro de mim ainda clama por liberdade (e não só a liberdade no sentido social da coisa toda, um outro tipo de liberdade que vai muito além da emancipação) e fica martelando na minha cabeça: "Toma vergonha na cara menina, você ainda tem uma vida inteira pela frente!" e o lado adulto se manifesta dizendo: "Não escuta o que essa menina diz, você tem que botar os pés no chão e se conformar com o que a vida lhe traz."
Acho que estou ficando igual ao espantalho da música do Pink Floyd que se resignou ao seu triste destino, porque no final das contas teve de chegar à conclusão de que a vida não era tão ruim assim.

11 de jul. de 2004

Fatos sobre Carol Tavares

A coisa mais estranha do mundo é ter dificuldade pra fazer amigos, tanto na vida real quanto pela internet. No fim das contas, quem acessa a internet também é humano e tem dessas besteiras da vida real de ficar escolhendo a dedo quem pode e quem não pode fazer parte do seu extenso grupinho de pseudo-amigos que muitas vezes nem chegaram a conhecer pessoalmente mas que vira-e-mexe estão lá rasgando seda um pelo outro. Dá vontade de mandar todo mundo tomar no cu. Principalmente os cults. É irritante, frustrante, brochante e mais milhares de 'ante' que existirem por aí. E o Orkut também anda me irritando. Logo, terei mais um daqueles meus loucos acessos de fúria e vou deletar minha conta. Me sinto uma completa alienígena-perdida-idiota por lá. E todas aquelas idiotices de estrelinhas, cubinhos de gelo e coraçõezinhos, Acho que prefiro mil vezes ser uma excluída digital e continuar no meu pequeno grupo de amigos do MSN e do ICQ.

Os cults continuam me irritando profundamente! Eu realmente preciso anunciar pra todo mundo que eu os odeio. Eles são chatos, acham que sabem do que estão falando, e pagam pau de vocalista-esquisitóide do Weezer. Isso quando eles não estão escutando aquelas músicas que me fazem querer saltar de um prédio e cair no meio de uma avenida com muitos carros passando e ser atropelada diversas vezes. Se tem uma banda de chorões-anti-sociais-alternativos que me irrita profundamente é o Coldplay. Radiohead eu ainda aguento, Travis também, mas Coldplay me dá nos nervos! A vida já anda tão caótica, pra quê ficar ouvindo bandas de homens frustrados sexualmente que ficam escrevendo músicas pra pessoas problemáticas que vão pro banheiro cortar os pulsos em tentativa de suicídio? As pessoas da década de 60 eram muito mais legais. Falavam sobre cogumelos, a nova era, sobre a guerra do Vietnã, sobre a emancipação das mulheres... Devia ter nascido nos anos 60 porque pelo menos naquela época não havia cults enchendo o saco.

8 de set. de 2002

Rasguei minhas calças nos joelhos...

Agora sou uma mistura de pseudo-punk com psicodélica esculachada. Ótimo!

17 de ago. de 2002

Conclui

Que sou mais uma psicodélica em tons pastel.